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ÔMEGA 3 - SAIBA MAIS SOBRE ESTE PRODUTO
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InfeÔmega3blizmente, muitas marcas até mesmo tradicionais de Ômega 3 estão sendo falsificadas. Para saber se o seu produto é realmente legítimo, faça este simples teste: coloque uma cápsula de seu Ômega 3 no freezer ou congelador de um dia para o outro. Se ele se mantiver amarelinho, com elasticidade, é verdadeiro.
Se mostrar que parte ou todo apresenta manchas esbranquiçadas e ficar bem cristalizado e duro ao ser pressionado com os dedos, significa que todo ou parte do seu produto está falsificado!

Os ácidos graxos Ômega 3 atuam como mediadores da resposta inflamatória, ou seja, têm efeito positivo sobre as inflamações de uma forma geral. A acne, por se tratar de um processo inflamatório, pode apresentar melhoras com o consumo regular deste nutriente.
Os peixes que tem um teor significativo do nutriente são aqueles de águas frias e profundas (atum, salmão, arenque, sardinha e cavalinha), que não sejam criados em cativeiro nem alimentados somente com rações.
A artrite reumatoide é uma das mais vulgares formas de artrite, é uma doença inflamatória, que ataca as membranas das articulações que surge, geralmente, nos dedos, pulsos, joelhos e tornozelos. Provoca rubor, inflamação, dor e retenção de líquidos nas zonas afetadas, pode manifestar-se em qualquer idade, mas começa mais frequentemente depois dos 30 anos, e afeta mais mulheres do que homens.

Na artrite reumatoide, o sistema imunitário reage contra os próprios tecidos do corpo, causando edema e dor articular, e eventualmente até mesmo a destruição da articulação.
Os ácidos gordos essenciais Ômega–3 são precursores de prostaglandinas, substâncias que têm efeito anti inflamatório, ajudando a reduzir os sintomas da artrite reumatoide.

Os portadores de artrite reumatoide devem introduzir peixes gordos na sua alimentação com frequência, salmão, sardinha, truta, cavala, arenque.

O FUNCIONAMENTO CEREBRAL E SUA RELAÇÃO COM ÔMEGA 3

Aline Pereira.

cérebroO cérebro é o centro do controle das principais reações corporais, transmissão de sinais e equilíbrio humano. Por tanto, um bom estado de saúde no aspecto geral requer um funcionamento cerebral adequado, com objetivo de sustentar os estados fisiológico e psíquico em condições normais.

O ômega-3 são ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa (20 ou mais carbonos) com a primeira ligação dupla localizada após o terceiro carbono na extremidade metil (-CH3).  O EPA(ácido eicosapentaenoico- 20C) e DHA (ácido docosahexanóico- 22C) são metabólitos do ômega 3 e conferem alguns benefícios à saúde dos indivíduos, entre eles a melhora do controle da pressão arterial, doenças cardiovasculares e alívio dos sintomas de depressão. (RUSSELL & BÜRGIN-MAUNDER, 2012).

Para que o cérebro funcione adequadamente o ômega 3 deve está com disponibilidades dietéticas de EPA e DHA constantemente durante a vida.  Ou seja, será importante tanto no desenvolvimento pré-natal como no desenvolvimento pós natal. Na fase do “surto do crescimento cerebral” que ocorre a partir do último trimestre fetal até em média os dois anos de vida a ausência de alguns nutrientes pode comprometer profundamente o desenvolvimento cerebral. Caso haja insuficiência de DHA nesse período haverá comprometimento no desenvolvimento de características sensoriais, cognitivas e motoras. (KIDD, 2007).

A principal relação que existe entre o ômega 3 e a manutenção das funções cerebrais é a capacidade desse lipídios compor a membrana celular e conferir para ela maior fluidez. Por exemplo, a retina, uma das extensões do cérebro, é composta por bastonetes e cones que representam as membranas mais fluidas do que qualquer outro tipo de célula do corpo e essa fluidez é garantida pela presença dos ácidos graxos poliinsaturados. Por conta dessa característica o EPA e o DHA são encontrados em maiores concentrações nas membranas que requerem maior fluidez, como a do cérebro. (KIDD, 2007).

Diversos distúrbios neurológicos estão associado a baixas concentrações de ômega 3, por exemplo: dispraxia, déficit de atenção e aprendizagem, demência, depressão e esquizofrenia.  (RICHARDSON & MONTGOMERY, 2005; RICHARDSON, 2006  apud KIDD, 2007).

De forma geral, foi identificado que uma mistura de DHA, EPA e ácidos graxos ômega-6 podem melhorar a atenção, aprendizagem e comportamentos típicos de déficit de aprendizagem hiperatividade, assim como ansiedade. (KIDD, 2007).

A redução do risco de demência por ação do ômega 3, pode ser identificada pelo estudo de Morris e colaboradores (2006), que estudou o comportamento alimentar e associação com a ocorrência de Alzahimer, foi um estudo com residentes de Chicago (n: 815), idades entre 65 a 94 em que foram avaliados através de um questionário alimentar monitorado por uma média de 3,9 anos, e 131 desses participantes desenvolveram Alzahimer. Os resultados apresentados foram que aqueles que consumiam pelo menos farinha de peixe uma vez por semana apresentaram estatisticamente 60% a menos risco de desenvolver Alzheimer em comparação com aqueles que nunca comiam peixe. Foi sugerido que 30mg/dia de DHA/EPA já coferiam alguma proteção contra declínio cognitivo do que aqueles que não consumiam nada. Dessa forma identificou-se que o consumo de peixe que apresente boas concentrações de EPA e DHA são ótimos para auxilia no risco de demência.

Indivíduos com o funcionamento cerebral saudável também pode ser beneficiado com o uso do ômega 3. Como pode ser visto no estudo de realizado por Fontani e colaboradores (2005) estudou 33 voluntários com idades entre 22 e 25 anos durante 35 dias, em que os indivíduos utilizaram 4g de óleo de peixe/dia que fornecia 800mg de DHA e 1600mg EPA ou como placebo 4g de azeite. Os pacientes completaram um questionário de humor e realizaram um teste de atenção. Foi identificado que o grupo DHA/EPA melhorou significativamente em relação ao grupo placebo os parâmetros de humor que incluíam: raiva, vigor, ansiedade, fadiga, depressão e confusão. Demonstraram ainda melhora na atenção.

Segundo Mcnamara & Strawn (2013) a nutrição para prática de tratamento psiquiátrico ainda é negligenciada, entretanto não restam mais dúvidas da associação de deficiência de ácido graxo essencial ômega-3, EPA e DHA com diversos transtornos psiquiátricos. A deficiência desse ácido graxo essencial pode aumentar os riscos de suicídio e doenças cardiovasculares.

As recomendações de ômega-3 EPA e DHA ainda são bem variadas a depender do órgão de recomendação. A Associação Americana de Psiquiatria recomenda 1g/dia de EPA+DHA para o tratamento de pertubações afetivas. Já a recomendação da Organização Mundial de Saúde, que é uma das recomendações internacionais,  recomenda 0,2 a 0,5g/ EPA+DHA para prevenção de doenças cardiacas coronarianas e acidente vascular cerebral, por tanto, não fez referencia ao uso para transtornos psiquicos. (RUSSELL & BÜRGIN-MAUNDER. 2012).

Entretanto não restam dúvidas quando ao potencial protetor do ômega 3 para o bom funcionamento do cérebro humano. Por tanto para uma longevidade mais saúdavel e sem comprometimento cognitivo é necessário uma alimentação equilibrida que contenha suficientes concentrações de ácidos graxos essenciais por todo o desenvolvimento humano.

Referências:

RUSSELL & BÜRGIN-MAUNDER. Distinguishing Health Benefits of Eicosapentaenoic and Docosahexaenoic Acids. Journal  Marine Drugs. V. 10, nov, 2012.

Kidd KP. Omega-3 DHA and EPA for Cognition, Behavior, and Mood: Clinical Findings and Structural- Functional Synergies with Cell Membrane Phospholipids. Alternative Medicine Review. V. 12, N. 3, 2007.

MCNAMARA  RK, STRAWN JR. Role of long-chain omega-3 fatty acids in psychiatric practice. Journal Pharma Nutrition. 2013.

FONTANI G, CORRADESCHI F, FELICI A, ALFATTI F, MIGLIORINI S, LODI L. Cognitive and physiological effects of Omega-3 polyunsaturated fatty acid supplementation in healthy subjects. European Journal Clinical Investigation. Nov, 2005.

MORRIS MC, EVANS DA, TANGNEY CC, BIENIAS JL, WILSON RS. Fish consumption and cognitive decline with age in a large community study. Archives of Neurology. 2005.

Aline Pereira faz parte da equipe de Nutrição da SNC de Salvador. Ela é graduanda em Nutrição pela UFBA.

http://www.sncsalvador.com.br/mais-noticias/647-o-funcionamento-cerebral-e-a-importancia-do-omega-3-.html

artriteOs ácidos graxos Omega 3 atuam como mediadores da resposta inflamatória, ou seja, têm efeito positivo sobre as inflamações de uma forma geral. A acne, por se tratar de um processo inflamatório, pode apresentar melhoras com o consumo regular deste nutriente.Os peixes que tem um teor significativo do nutriente são aqueles de águas frias e profundas (atum, salmão, arenque, sardinha e cavalinha), que não sejam criados em cativeiro nem alimentados somente com rações.

A artrite reumatóide é uma das mais vulgares formas de artrite, é uma doença inflamatória, que ataca as membranas das articulações que surge, geralmente, nos dedos, pulsos, joelhos e tornozelos. Provoca rubor, inflamação, dor e retenção de líquidos nas zonas afetadas, pode manifestar-se em qualquer idade, mas começa mais frequentemente depois dos 30 anos, e afeta mais mulheres do que homens.
Na artrite reumatóide, o sistema imunitário reage contra os próprios tecidos do corpo, causando edema e dor articular, e eventualmente até mesmo a destruição da articulação.
Os ácidos gordos essenciais ómega–3 são precursores de prostaglandinas, substâncias que têm efeito anti inflamatório, ajudando a reduzir os sintomas da artrite reumatóide.
Os portadores de artrite reumatóide devem introduzir peixes gordos na sua alimentação com frequência, salmão, sardinha, truta, cavala, arenque.

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